"You can do what you want to whenever you want to.
You can do what you want to there’s no one to stop you.
Now you can do what you want to whenever you want to.
Do what you want to whenever you want to.
Do what you want to whenever you want to though it doesn’t mean a thing…
… Big nothing."
(Ballad Og Big Nothing, Elliott Smith)
impidoo:

impidoo
untitled by Jenny Stone

From Dutch Magazine, May/June 2000
melisica:

(by Jaden Smiley)
The Greatest Song Of Woody Guthrie
"Minha papoula da Índia,
Minha flor da Tailândia,
És o que tenho de suave
E me fazes tão mal…"
(A Montanha Mágica, Legião Urbana)
melindros:

Dos diversos instrumentos do homem, o mais assombroso é, indubitavelmente, o livro. Os outros são extensões do seu corpo. O microscópio e o telescópio são extensões da vista; o telefone é o prolongamento da voz; seguem-se o arado e a espada, extensões do seu braço. Mas o livro é outra coisa: o livro é uma extensão da memória e da imaginação. Em «César e Cleópatra» de Shaw, quando se fala da biblioteca de Alexandria, diz-se que ela é a memória da humanidade. O livro é isso e também algo mais: a imaginação. Pois o que é o nosso passado senão uma série de sonhos? Que diferença pode haver entre recordar sonhos e recordar o passado? Tal é a função que o livro realiza. (…) Se lemos um livro antigo, é como se lêssemos todo o tempo que transcorreu até nós desde o dia em que ele foi escrito. Por isso convém manter o culto do livro. O livro pode estar cheio de coisas erradas, podemos não estar de acordo com as opiniões do autor, mas mesmo assim conserva alguma coisa de sagrado, algo de divino, não para ser objecto de respeito supersticioso, mas para que o abordemos com o desejo de encontrar felicidade, de encontrar sabedoria.
 Jorge Luís Borges, in ‘Ensaio: O Livro’
contaconto:

Livros usados como telas para ilustrações. Mais aqui.
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